Sidnei J. Munhoz 12/08/2025
Fotografia de Hiroshima após o bombardeio nuclear. (National Archives Identifier 22345671)
Oitenta anos atrás, no dia 6 de agosto de 1945, o Enola Gay sobrevoou Hiroshima em altitude máxima. Às 08h16, lançou sobre a cidade uma arma de poder inédito. Precisos 43 segundos depois, às 08h16min43s, a bomba “Little Boy” (pequeno garoto) detonou a 576 metros do solo. A explosão nuclear gerou instantaneamente um cogumelo colossal de fumaça, que obliterou a paisagem. Estima-se que, em um raio de cinco quilômetros do epicentro da explosão, a devastação foi quase total. Embora os números exatos permaneçam incertos, calcula-se que cerca de 70 mil pessoas morreram instantaneamente, e um número semelhante pereceu nos anos subsequentes, vítimas da radiação. Desde então, a radioatividade continua a ceifar vidas e a provocar alterações genéticas nos viventes região. Câncer, leucemia e deformações congênitas compõem o legado devastador e persistente daquele ataque. A que ponto a humanidade havia chegado?
O bombardeio de Hiroshima foi apenas o prelúdio da tragédia. Três dias após aquela carnificina, Nagasaki foi alvo de um aniquilamento similar. A destruição foi igualmente apocalíptica e ceifou imediatamente a vida de mais de 40 mil pessoas. Os dois ataques nucleares somados ocasionaram mais de 200 mil mortes, considerando tanto os óbitos imediatos quanto as vítimas tardias da radiação. Essa operação de guerra deflagrou um intenso debate sobre a ética do uso de armas nucleares, sobre a real necessidade dos bombardeios e, notadamente, sobre as motivações para empregar tal arma contra um Japão já combalido.

Fotografia da Nuvem Atômica Elevando-se Sobre Nagasaki, Japão, 9 de agosto de 1945. National Archives, Records of the Office of War Information. https://visit.archives.gov/whats-on/explore-exhibits/atomic-bombing-hiroshima-and-nagasaki
Como chegamos a isso?
Em 2 de agosto de 1939, às vésperas da Segunda Guerra Mundial, o físico Albert Einstein escreveu ao presidente dos EUA, Franklin D. Roosevelt, alertando-o sobre o perigo de a Alemanha desenvolver tecnologia nuclear antes dos Estados Unidos. A advertência de Einstein, cuja Teoria da Relatividade de 1905 foi fundamental para o desenvolvimento da física nuclear, tinha um peso inegável. Essa questão atormentou o pacifista Einstein pelo resto de sua vida. Embora já existissem esforços em andamento, a carta de Einstein resultou no aumento significativo dos recursos destinados à pesquisa nuclear.
Em 1942, o Exército dos EUA criou o Distrito de Engenharia de Manhattan, conhecido como “Projeto Manhattan”, que resultou na criação do primeiro dispositivo nuclear. Liderado pelo general Leslie Groves e com a direção científica de Julius Robert Oppenheimer, o projeto mobilizou centenas de pesquisadores, milhares de trabalhadores e recursos vultosos.
Contexto geopolítico global ao final do conflito mundial
Ao término da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos e a União Soviética consolidaram-se como as principais potências globais. Contudo, é importante compreender como a situação desses países era completamente diversa. Os EUA eram, de longe, os maiores credores e a maior força econômica do mundo e respondiam por quase dois terços da produção industrial global. Em paralelo, a União Soviética havia perdido entre 28 e 30 milhões de habitantes e a sua economia e a infraestrutura estavam completamente destruídas. À época, a URSS camuflava as suas estatísticas populacionais para não revelar a real dimensão das suas fragilidades. Assim, enquanto os EUA emergiram como uma potência colossal e soberana, a URSS despontava como uma contraparte também vitoriosa, mas debilitada e devastada pela guerra (Munhoz, 2004, 2020; Munhoz e Lara, 2025).
Apesar de sua fragilidade momentânea devido ao seu colossal esforço de guerra, a União Soviética estabeleceu uma vasta esfera de influência no Leste e Centro da Europa, o que tornou o seu consentimento indispensável a qualquer mudança na região. Essa influência, mantida pelo controle do Exército Vermelho na região, após seguidamente derrotar as forças do Eixo em diferentes batalhas, foi amplamente negociada na Conferência de Ialta, em fevereiro de 1945. Paralelamente, os EUA, após a reorganização de suas tropas e o recuo das forças do Eixo para o front oriental, avançaram rapidamente e ocuparam áreas estratégicas no coração da Alemanha, inclusive algumas previamente destinadas aos soviéticos. Além disso, o desenvolvimento da tecnologia nuclear elevou exponencialmente o poderio estadunidense, o que alimentou as suas ambições e acirrou as tensões com a URSS. A aliança entre o capitalismo liberal e o estalinismo soviético começava a ruir.
Com o fim do conflito a se aproximar, divergências internas no governo estadunidense sobre as políticas para o pós-guerra se intensificaram. Alguns assessores acreditavam que os EUA haviam feito concessões excessivas à União Soviética. A morte de Roosevelt, em 12 de abril de 1945, fortaleceu essa visão no Departamento de Estado, e resultou em uma mudança na abordagem em relação aos soviéticos: de um acordo negociado para uma estratégia de imposições unilaterais e de “fatos consumados”.
Na Conferência de Potsdam, realizada entre 17 de julho e 2 de agosto de 1945, os conflitos entre os aliados anglo-americanos e os soviéticos se tornaram ainda mais evidentes. Naquele cenário, a política de Washington não foi linear. Inicialmente, Truman adotou uma postura inflexível a ponto de romper com os protocolos diplomáticos. Alertado por Stimson de que a estabilidade na Europa dependia de negociações com os soviéticos, Truman atenuou sua postura. No entanto, a “diplomacia atômica”, estratégia de intimidação baseada no poder nuclear, que Stimson defendera a princípio, acabou por dominar as relações com a URSS (Alperovitz, 1995).
Os bombardeios nucleares e o novo conflito internacional
Os bombardeios nucleares a Hiroshima e a Nagasaki, juntamente com a invasão soviética à Manchúria, forçaram a rendição incondicional do Japão. Na esteira dos historiadores revisionistas e de outros críticos das perspectivas ortodoxa e neo-ortodoxa, argumento que o uso das bombas atômicas não era estritamente necessário para encerrar a Guerra do Pacífico. No entanto, em Washington, o objetivo era concluir o conflito antes que a União Soviética intensificasse a sua participação na guerra contra o Japão, pois assim seria evitada uma possível divisão de áreas de influência na região. É importante lembrar que, pelos acordos firmados, a União Soviética deveria declarar guerra ao Japão 90 dias após o fim da guerra na Europa, o que de fato ocorreu, quando as forças soviéticas cruzaram a fronteira da Manchúria, na madrugada de 8 para 9 de agosto, e impuseram uma fragorosa derrota aos combatentes japoneses.
A análise da Guerra no Extremo Oriente revela as complexidades e os dilemas enfrentados pelos EUA e pela União Soviética ao final da Segunda Guerra Mundial. Nos EUA, o governo temia o desgaste político decorrente do prolongamento do conflito com o Japão e das pesadas baixas estimadas para a eventual invasão das ilhas nipônicas. Em paralelo, ao final do conflito, a opinião pública, que fora vigorosamente influenciada pelas campanhas publicitárias do governo, demandava dos seus líderes a imposição da derrota total e a exigência de rendição incondicional do Japão. Ao mesmo tempo, cada vez mais, essa opinião pública era sensibilizada pelas baixas dos jovens combatentes estadunidenses.
Durante a guerra, nos EUA, as campanhas publicitárias governamentais e privadas haviam adotado posturas racistas em relação aos japoneses. Naquele contexto, houve a intensificação da repressão contra os nipo-americanos internados em campos de concentração (BESS, 2006). As campanhas de arrecadação de fundos para o esforço de guerra exploraram a vilania do inimigo e o patriotismo dos estadunidenses. Nelas foram produzidos pôsteres, desenhos animados e filmes que frequentemente associavam japoneses a animais e enfatizavam a inferioridade biológica dos “japs” (Blum, 1976; Lingeman, 2003; Kimble, 2006).
Em consonância com esse contexto, os líderes estadunidenses buscavam um caminho para a vitória com o menor custo de vidas possível, o que levou Roosevelt a envolver a União Soviética na Guerra do Pacífico. A decisão de Stalin de participar do conflito no Extremo Oriente estava relacionada à busca por um papel de potência global para a União Soviética na nova ordem mundial, que se encontrava em processo de edificação.
Nas negociações em Ialta, Stalin, inicialmente, indicou a necessidade de seis meses após o fim da guerra na Europa para que as forças soviéticas pudessem combater no Extremo Oriente, mas, posteriormente, concordou em declarar guerra ao Japão três meses após o término do conflito europeu. Stalin justificou a demora devido às demandas do conflito na Europa e à magnitude da operação de deslocamento das forças para o Oriente.
Com o intuito de evitar uma guerra em duas frentes, a URSS havia estabelecido um pacto de não agressão com o Japão. No entanto, Stalin denunciou esse pacto em abril de 1945, sob o pretexto de que o Japão era aliado da Alemanha. Embora documentos internos do governo japonês indicassem preocupação com uma possível declaração de guerra soviética, os japoneses não interpretaram corretamente os movimentos políticos em Moscou e continuaram a vislumbrar um acordo com o Kremlin (Munhoz, 2020).
A inteligência dos EUA, por meio da interceptação de mensagens do embaixador japonês em Moscou, confirmou a preocupação japonesa com o deslocamento de tropas soviéticas para o Oriente. Os EUA mantiveram acesso a essas informações porque o serviço de inteligência japonês desconhecia que o “Código Purple” havia sido quebrado. As mensagens interceptadas revelavam a apreensão do ministro das Relações Exteriores, Shigenori Togo, em relação a um possível ingresso da URSS na guerra (Alperovitz, 1995).
A Divisão de Inteligência do Departamento de Guerra dos EUA, em sua análise da situação inimiga, indicou que muitos japoneses consideravam a derrota como provável e que a entrada da União Soviética na guerra poderia convencê-los da inevitabilidade da derrota (Alperovitz, 1995).
Stalin cumpriu o acordado com os Aliados ao ordenar a invasão da Manchúria em agosto de 1945. A região, ocupada pelo Japão desde 1931, era defendida por 1.200.000 soldados. As forças soviéticas, compostas por 1.577.725 soldados distribuídos em 89 divisões, conquistaram a Manchúria em aproximadamente uma semana. A Batalha da Manchúria, apesar de ser uma das batalhas esquecidas da Segunda Guerra Mundial, foi uma das campanhas bélicas mais arrojadas e vitoriosas da história (Glantz, 1983, 2003).
Na Manchúria, a desorganização da resistência japonesa possivelmente foi influenciada pelo fato de os soldados não estarem a defender diretamente a divindade do imperador e a terra sacra. A estratégia, a rapidez e a violência da operação soviética também contribuíram para o seu sucesso (Munhoz, 2020).
Após os testes nucleares em Alamogordo, no Novo México, realizados em 16 de julho de 1945, Truman iniciou o processo de exclusão dos soviéticos na participação da construção de uma nova ordem no Extremo Oriente. Com os bombardeios a Hiroshima e a Nagasaki, Truman procurou definir a guerra antes que os soviéticos conquistassem maior participação naquele teatro de operações. Posteriormente, recusou a solicitação de Stalin relativa à participação da URSS na rendição japonesa e pressionou os soviéticos em relação às ilhas Curilas (Pechatnov, 2010).
Há diferentes interpretações sobre as motivações por trás dos bombardeios. A corrente ortodoxa e os neo-ortodoxos defendem que foram um último recurso para terminar a guerra e salvar vidas (Maddox, 2007). Já os historiadores revisionistas argumentam que a bomba foi usada para exercer chantagem nuclear sobre os soviéticos e limitar as suas ambições tanto na Europa quanto na Ásia (Alperovitz, 1995).
Alperovitz associa a mudança na política de Truman, em relação à URSS, ao desenvolvimento das armas nucleares. Truman buscou marginalizar a influência soviética e evitar um possível ataque do Exército Vermelho ao Japão. Segundo o historiador, diversos militares estadunidenses de alta patente expressaram a sua oposição ao bombardeio nuclear, incluindo os generais George C. Marshall, Dwight Eisenhower e Douglas MacArthur, os almirantes Ernst J. King e Chester W. Nimitz, e o general Henry Harley “Hap” Arnold (Alperovitz, 1995).
A análise de Alperovitz leva à conclusão de que o emprego da bomba atômica foi desnecessário e poderia ser evitado se os EUA houvessem criado as condições mínimas para uma rendição aceitável por parte do governo japonês. A decisão teve um forte componente político, associado à intenção de demonstrar o poder da nova arma ao Kremlin e de reduzir a influência da União Soviética na nova ordem mundial (Alperovitz, 1995).
Tsuyoshi Hasegawa, em uma análise instigante e provocativa, argumenta que a invasão soviética da Manchúria teve um impacto maior na decisão dos governantes japoneses de aceitar os termos de rendição definidos em Potsdam do que os bombardeios nucleares. Segundo Hasegawa, sem a invasão soviética, os EUA enfrentariam o dilema de lançar não duas, mas possivelmente três ou mais bombas até a rendição japonesa (Hasegawa, 2005).
Os historiadores ortodoxos e neo-ortodoxos tendem a justificar o emprego das armas nucleares ancorados na alegação de que os japoneses se recusavam a aceitar os termos de rendição impostos pelos aliados na declaração de Potsdam (Maddox, 2007). Em contrapartida, historiadores revisionistas criticam essa perspectiva e argumentam que os japoneses buscaram a intermediação soviética para obter melhores termos de rendição. Acrescentam que as avaliações do próprio comando de guerra dos EUA haviam mudado significativamente nos dias que antecederam o ataque nuclear (Alperovitz, 1995).
Michael Bess, analisa doze questões relacionadas ao final da Guerra do Pacífico e aos bombardeios de Hiroshima e Nagasaki. O autor questiona a necessidade dos bombardeios nucleares para alcançar a rendição japonesa, pois entende que os Aliados já estavam a caminho de derrotar o Japão com ou sem a bomba (Bess, 2006).
Bess ressalta que a Operação Olympic, com um desembarque em massa, já estava planejada para novembro daquele ano. Ele enfatiza que seria uma distorção histórica considerar a situação como clara e inequívoca, pois o momento era de grande confusão e mudanças diárias (Bess, 2006).
Bess critica os bombardeios nucleares e censura a ausência de uma advertência dos EUA ao governo japonês sobre as consequências da recusa à rendição. Do ponto de vista ético, Bess diferencia as fatalidades em combate daquelas resultantes da aniquilação de cidades inteiras por uma única arma (Bess, 2006).
Bess argumenta que, mesmo se o bombardeio de Hiroshima pudesse ser considerado justificável, a destruição de Nagasaki foi precipitada e desnecessária. Ele conclui que se construiu um mito de que as bombas atômicas foram usadas apenas para salvar vidas.
As conclusões de Bess são em grande parte baseadas no trabalho de Hasegawa, já citado anteriormente. Bess adverte que não se pode inferir da análise de Hasegawa que o principal objetivo do uso das bombas atômicas era evitar a entrada da URSS na Guerra do Pacífico. Esse é um ponto central de divergência entre as posições dos revisionistas, Hasegawa e Bess.
Nesse debate, de um lado, tanto historiadores ortodoxos quanto Michael Bess argumentam que os bombardeios nucleares salvaram milhares de vidas. Por outro, tanto Tsuyoshi Hasegawa quanto Bess compartilham com os revisionistas as críticas ao uso dos bombardeios, embora com nuances que distinguem os seus posicionamentos.
É importante considerar a possibilidade da intervenção do imperador, como ocorreu de fato, quando ele avaliou que a continuidade da guerra levaria à completa destruição do Japão. Acredito ser plausível que, no início de agosto de 1945, além dos moderados, o próprio imperador buscasse alguma forma de negociação que evitasse a ruína do império (Munhoz; Lara, 2025).
Por fim, destaco a crítica do historiador japonês Tadashi Saito, que observava, ainda ao final do século 20, uma postura hipócrita dos governos japoneses, que persistiam em não reconhecer as suas responsabilidades pelas atrocidades cometidas por suas tropas, principalmente na chamada Esfera de Co-prosperidade da Grande Ásia Oriental (Saito, 1999-2000). Para Saito, assumir essa responsabilidade é fundamental para que o Japão possa denunciar os EUA em tribunais internacionais por crime de guerra devido ao uso de armas de destruição em massa.
Referências
ALPEROVITZ, Gar. The decision to use the atomic bomb and the architecture of an American myth. New York: Knopf, 1995.
BESS, Michael. Choices under fire. Moral dimensions of World War II. New York: Vintage Books, 2006.
BLUM, John. M. V was for victory: politics and American culture during World War II. New York: Harcourt Brace Jovanovich, 1976.
GLANTZ, David. M. August storm: the Soviet 1945 strategic offensive in Manchuria. Combat Studies Institute. U.S. Army Command and General Staff College. Fort Leavenworth, Kansas. 1983. Disponível em: https://www.armyupress.army.mil/Portals/7/combat-studies-institute/csi-books/Glantz-lp7.pdf. Acesso: 07 mar. 2025.
GLANTZ, David. M. Soviet operational and tactical combat in Manchuria, 1945: “August Storm”. London: Frank Cass, 2003.
HASEGAWA, Tsuyoshi. Racing the enemy: Stalin, Truman, and the surrender of Japan. Cambridge (Mass): The Belknap Press of Harvard University Press, 2005.
KIMBLE, James J. Mobilizing the home front: war bonds and domestic propaganda. College Station: Texas A&M University Press, 2006.
LINGEMAN, Richard. Don’t you know there’s a war on? The American home front 1941-1945. New York: Thunder’s Mouth Press, 2003.
MADDOX, Robert J. Hiroshima in History: the myths of Revisionism. Columbia: University of Missouri Press, 2007.
MUNHOZ, Sidnei J. Guerra Fria: um debate interpretativo. In: TEIXEIRA DA SILVA, Francisco Carlos. O século sombrio. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2004, p. 261-281.
MUNHOZ, Sidnei J. Guerra Fria: história e historiografia. Curitiba: Appris, 2020.
MUNHOZ, Sidnei J; LARA, José Victor de. A Guerra Fria. Maringá: Eduem, 2025.
PECHATNOV, Vladimir. The Soviet Union and the World, 1944–1953. In: LEFFLER, Melvyn; WESTAD, Odd Arne (ed.). The Cambridge history of the Cold War. New York: Cambridge University Press, 2010. p. 90-111. v. 1.
SAITO. Takashi. Current views of World War II in Japan. Bulletin du Comité International d’histoire de la Deuxième Guerre Mondiale, Paris: Institut d’histoire du temps présent (CNRS), n. 30-31, p. 153-160, 1999-2000.
O presente artigo resulta em grande medida de reflexões desenvolvidas em dois livros, um de minha autoria e outro escrito em parceria com José Victor de Lara. MUNHOZ, Sidnei J. Guerra Fria: história e historiografia. Curitiba: Appris, 2020 e MUNHOZ, Sidnei J ; LARA, José Victor de. A Guerra Fria. Maringá: Eduem, 2025. Assim, será possível encontrar nestas obras o detalhamento e uma análise mais densa dos conteúdos aqui apresentados.
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